Posts de Julho, 2009

Redesenhar ou não redesenhar? Eis a questão…

Julho 29, 2009

pepsi-coke

Fonte: Brainstorm 9

Quanto vale uma identidade?

Julho 29, 2009

No vasto mundo do Design Gráfico, a criação de uma identidade visual é a atividade mais estratégica e crucial para uma marca. Sem querer desmerecer as outras áreas que compreendem o campo – como o desenvolvimento de materiais gráficos institucionais e promocionais, PDV, design editorial, entre outros -, é a identidade visual que estará presente em todos elas, nos produtos, no ambiente de uma empresa e em seus meios de comunicação. Lê-se identidade visual como a expressão principalmente visual – com o perdão da redundância – de uma corporação, instituição, de um produto ou serviço. Digo principalmente porque cada vez mais a tecnologia proporciona novas possibilidades sonoras, táteis e olfativas. E mesmo sem tanta tecnologia, quem poderia esquecer a abertura da MGM filmes com o rugido do seu famoso leão? Isso é identidade. Mas, sem dúvida, o sentido visual é ainda o mais explorado.

Não faltariam bons exemplos de identidades que conseguem comunicar os valores, ideias e propósitos de sua empresa, conectando a corporação a conceitos mentais estabelecidos pelos seus públicos. Isto é o que, em conjunto com outras ações, irá constituir a marca, um somatório de significados, de referências e experiências que se formam na mente das pessoas.

Por isso elas são tão valiosas. É o patrimônio mais precioso que uma corporação pode construir. Vide exemplos tão citados e como Nike, Coca-Cola…suas marcas valem muito mais do que a estrutura física que possuem. Ainda que em casos cituados em uma realidade mais próxima, de empresas nacionais, regionais, de médio e mesmo de pequeno porte, a marca continua sendo o maior patrimônio a ser construído, pois é ela que será divulgada, propagada e consolidada.

É nisso que clientes devem pensar quando precisarem do desenvolvimento de uma identidade (que, para uma corporação, pode ser formada desde a concepção do logotipo, símbolo, sistemas e padrões visuais, cartela de cores, tipografia, até às mais diversas formas de aplicação, como em papelaria, frota, fachadas, web, para citar os mais comuns). E é nisso também que designers precisam pensar ao desenhar uma identidade. É um projeto que exige pesquisa, conhecimento técnico, de mercado, do negócio em questão, análise do ambiente macro, dos públicos envolvidos, alicerçado em muita informação e nos valores da organização. Tudo isso traduzido, muitas vezes, em linhas simples – com apelo estético, mas também funcional – muito bem conceituadas e focadas na formação de uma imagem de marca para seus públicos, auxiliando a trazer o que todos buscam: resultados.

IdentidadeVisual_ECCON

Identidade desenvolvida recentemente pela Adequá para a ECCON, pensada já no âmbito da arquitetura da marca, adequando-a aos tipos de negócio.

Por Priscila Zavadil (Designer e Publicitária)

Sem dinheiro, mas com amor

Julho 23, 2009

Penso que a nossa dificuldade em lidar com problemas começa na quinta série, quando eles ainda têm a forma de folhas mimeografadas, exigem fórmulas prontas para resolvê-los e, para não deixar dúvidas sobre quais são, contam com o sugestivo título “resolva”.

Eis, que em 2008, surge uma “folha mimeografada” no mercado. A diferença é que dessa vez as fórmulas pouco ou nada ajudam e não existem indicadores sobre quais tarefas devem ser realizadas. Mas, como na quinta série, aquela folha causou muita tensão na “sala de aula”. Eu, como todo guri arteiro, olhava para os lados, para frente, para prova. Em busca de respostas. Não pude deixar de observar que alguns colegas riscavam fórmulas prontas numa folha em branco.

No mercado econômico a fórmula adotada por grande parte das empresas foi demitir funcionários e reduzir a verba de comunicação – medidas algumas vezes necessárias mas, em grande parte, não. Pois bem, no Japão uma cidade chamada Yaburi fez exatamente o contrário. Falida, com uma dívida de U$$ 353 milhões e sem saída, seus representantes resolveram investir em comunicação para levar mais pessoas à cidade – talvez por não poder recorrer às soluções básicas como mandar os habitantes embora e reduzir a verba de comunicação inexistente.

O fato da cidade ter o menor índice de divórcios de todo Japão levou a agência Beacon Communications de Tóquio, a fazer dela a capital do amor, criar o slogan “No money, but love” (sem dinheiro, mas com amor) e tornar o local destino de casais apaixonados. Com site (http://yubarifusai.jp/), ações, produtos e, principalmente, uma solução criativa, o resultado não poderia ser diferente. Milhões em mídia espontânea no mundo todo, milhares de turistas apaixonados, parte da dívida abatida e, de quebra, o GP de promo para a agência. A oportunidade está aí, não façamos dela uma crise.

 http://www.youtube.com/watch?v=wGmEx5xDNFk&feature=player_embedded

Por Kauê Vieira (publicitário)

yubari

Experiência que vale a pena!

Julho 15, 2009

E a Adequá dá continuidade ao seu projeto de responsabilidade social da Oficina de Comunicação Turma da Bonja, direcionado à crianças e adolescentes da Vila Pinto – Bairro Bom Jesus, em Porto Alegre.  Já estamos na terceira edição reunindo colegas da agência, que toda a quinta-feira organizam-se em duplas para comandar a aula contemplando a comunicação.

Mas vou falar sobre a experiência em si, de “sentir” esse projeto. Durante o primeiro mês, tive a oportunidade de vivenciar, por duas vezes, a experiência de estar em um lugar completamente diferente do meu cotidiano. Oportunidade que vale a pena ser lembrada e compartilhada. Estar com crianças de nível social muito diferente da minha realidade diária, fez meus pensamentos voltarem um pouco no tempo e relembrar o passado. Lembrei de tudo o que vivi, brinquei e aprendi na mesma idade daquela garotada. Isso me fez sorrir. Estar naquele contexto com crianças inocentes e ao mesmo tempo tão espertas, despertou meu lado solidário até então adormecido.

Passar um pouco do meu conhecimento sobre comunicação àqueles curiosos aprendizes me deu um enorme prazer, posso confessar. Além disso, essa experiência tornou esses meus dois dias muito melhores ensinando a eles o que cada profissão da área da comunicação significa, quais são seus deveres, falando sobre valores, estimulando-os a escrever histórias e a realizar o grande projeto do ano: um telejornal.

Poder ver os sorrisos, a curiosidade e a ansiedade estampados naqueles rostos e também proporcionar uma manhã mais alegre a todos eles, realmente vale a pena. Fazer o bem faz bem. Desejo que esse projeto tenha o mesmo sucesso que o anterior e que essa experiência proporcione o mesmo prazer que tive a todos que dele participarem. 

Que venham as próximas semanas e mãos à obra!

Por Camila Frantz (estagiária/Design)

Fácil falar, difícil executar!

Julho 9, 2009

Transformar oportunidades em ações de potencial para o cliente é o desafio diário dos profissionais de comunicação. Até aí, nenhuma novidade, afinal hoje em dia contamos com infinitas necessidades de mercado x infinitas ferramentas de relacionamento, marketing, divulgação, etc. Seguindo essa linha, a Adequá em sua nova fase, volta a trabalhar com eventos. Ora com função interna, ora com função externa, os desafios dessa ferramenta de comunicação ou de quem a desenvolve são múltiplos: atingir os objetivos do cliente, satisfazer o gosto do público e, ainda, entreter e divertir as partes. Fácil falar. Difícil executar, já que são inúmeros os imprevistos e as providências a se tomar.

Para integrar esta trajetória, vamos falar dos recentes eventos, como o do dia 15 de maio, no Barbazul, com a Datum T. I. no lançamento da Campanha do CMMI 3 running to 5. Os colaboradores foram reunidos para receber uma boa dose de motivação dos gestores na busca pela avaliação 5. Resultado: positivo. Todos entenderam a proposta da empresa, confraternizaram num ambiente diferente e ficaram por dentro do cronograma de ações que visam a conquista.

Seguindo, no dia 23 de junho, o escritório Amorim Advogados Associados, inovou no estado ao realizar o Café da Negociação, com apoio do Banco Real. A proposta: atrair antigos clientes para renegociar dívidas oferecendo boas vantagens e descontos, numa proposta simples e discreta, através de um coffee break. Resultado: satisfatório. O escritório e o banco aprovaram o formato do evento (já realizado em outras capitais), e seguirão com outras ações de descontos para sua carta de devedores durante um novo período.

Um novo desafio está marcado para o dia 5 de agosto, quando a Adequá estará a frente do evento que irá comemorar os 40 anos do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS – SINDILAT. Um acontecimento histórico, com presença de autoridades, políticos, ex-presidentes e personagens importantes na trajetória da entidade. O local: Sheraton Porto Alegre Hotel, contemplando a importância do evento e garantido mais um sucesso do nosso cliente.

O caminho percorrido ainda é curto. As oportunidades estão aí! Nossa missão, dentro da visão de Relações Públicas/eventos, é valorizar nosso cliente e saber direcioná-lo para o melhor caminho e momento, com eficiência e organização. Esse é o nosso diferencial.

Por Candice Rohde (Relações Públicas)

Logo desenvolvido pela equipe de criação da agência para o evento do Banco Real

Logo desenvolvido pela equipe de criação da agência para o evento do Banco Real

Diretora da Adequá ministra curso na Justiça Federal

Julho 8, 2009

Estimular líderes a pensarem a comunicação interna como ferramenta estratégica de gestão. Foi com essa abordagem que a diretora da Adequá Comunicação, a jornalista e publicitária Jacqueline Lima, comandou nos dias 29 e 30 de junho, o curso Endomarketing como Ferramenta Estratégica de Gestão, inserido no currículo do Programa de Capacitação de Lideranças da Justiça Federal. Coordenado pela ABRH/RS e Possibilitá Desenvolvimento, a capacitação completa este ano sua terceira edição e neste módulo em especial, qualifica os líderes na manutenção de canais e conteúdos que facilitem e multiplique a informação entre os servidores. “Fico muito feliz em ver que o setor público está preocupado em aprimorar seu processo de comunicação, isso reflete em todos, principalmente na sociedade”, concluiu Jacqueline.

Por Susi Borges (jornalista – Assessoria de Imprensa)

Pensando fora da casinha

Julho 1, 2009

Aconteceu no dia 22 de junho na Kimik, em Porto Alegre, o Top of Mídia 2009. De novo com o patrocínio da Zero Hora, o evento começou com a premiação dos cases e dos mídias e, logo após, começou a festa. Mas o que um evento desse mostra para as pessoas de mídia? Que há de se pensar mais “fora da casa”. Os premiados, todos merecidos a meu ver, ganharam seus prêmios com cases criativos, estratégicos, e mostrando para o resto da agência e do mercado que dá sim, para os mídias serem criativos. Que não é só a negociação de desconto para o cliente que o torna um ótimo profissional. Isso é o mínimo do mínimo. Tem que se pensar além do habitual.

Por exemplo, case cinema. Com total merecimento, os vencedores foram Daniela Schenato e Camila Picolli com o case Perfume no ar. Pra quem não ouviu falar, era sobre a rubéola. Antes do início da sessão de cinema, era colocado um perfume no ambiente e a mensagem falava que, se aquele perfume aspirado fosse a rubéola, o público do cinema já teria pego a doença. Simples. Sensacional.

Outro case foi o da Megapimenta (Paim, Patrícia Angeletti e Nicolas Barbosa) da Báril, lançando o Casa Hermosa. Todo mundo que foi para o litoral norte esse ano e passou pela “pimentona” com certeza lembra dessa mídia. E provavelmente as pessoas que passaram pela Estrada do Mar, só se lembram deste outdoor, dentre os milhões de outdoors que lotam esse percurso de dezembro a fevereiro. E nisso há também a importância em bons relacionamentos com os veículos. No caso da pimenta, a Starter. Mais uma vez, a questão de pensar fora da casinha e esse esforço e parceria entre mídia e criação, pra atingir o público de maneiras menos convencionais. É fácil pensar em mídias que atinjam o público: é só basear-se na audiência dos programas de sempre. Mas para ganhar prêmio, mostrar que a função pode ser criativa, tanto quanto a criação, aí são outros quinhentos…

Por Bárbara Ferrer (Produção e Mídia)

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